Serviço chegou a ser prometido para o Brasil, mas operação comercial não aconteceu

Nesta semana a General Motors anunciou o fim do seu serviço de compartilhamento de carros Maven (incluindo o Maven Gig), que já foi uma plataforma promissora para o futuro da mobilidade.

O serviço, lançado em 2016, tinha um grande problema - não era rentável. Devido ao surto de COVID-19, Maven foi suspenso em 20 de março e revisado pela GM. Como não há expectativas para torná-lo lucrativo num futuro próximo, a GM foi forçada a fechar as portas.

"Levamos o período de suspensão para analisar criticamente nossos negócios e tomamos a difícil decisão de fazer a transição de nossos recursos, capacidades e tecnologia para outros negócios da GM, onde há maior potencial de lucro e crescimento", disse a marca em um email à CNBC.

Imaginamos o que acontecerá agora com a frota do Chevrolet Bolt EV usado no Maven Gig e a infraestrutura de carregamento rápido criada em parceria com o EVgo, especificamente para os Maven EVs.

Algumas dessas estações de carregamento tinham vários carregadores de 50 kW DC, reservados apenas para os motoristas de Maven.  Esses carregadores provavelmente estarão disponíveis para o público em geral em breve, enquanto centenas de veículos (não sabemos exatamente quantos) devem se destinar ao mercado de carros usados.

Vamos dar uma conferida nos vídeos de divulgação Maven Gig:

Brasil

Braço da GM voltado à ações de mobilidade, o Maven foi prometido para o Brasil na época do lançamento, em 2016. A marca chegou a realizar um programa piloto utilizando um Chevrolet Cruze e meses depois até prometeu o início da operação comercial do serviço, que acabou não acontecendo.