GM 'quebra' o mercado com mini SUV elétrico pelo equivalente a R$ 22 mil
Hongguang Mini EV já está à venda na China
- Hongguang Mini EV é produzido na China pela joint venture SAiC-GM-Wulling
- Mini SUV elétrico pode acomodar até quatro passageiros
- Preço inicial é de 3.750 euros (R$ 22.600), um dos elétricos mais baratos da China
Ainda tímida nos países ocidentais, a estratégia de veículos elétricos da GM na China segue em ritmo acelerado. Produzido em parceria com as montadoras locais SAIC e Wulling, o novo Hongguang Mini EV é um mini SUV elétrico que já está à venda no país asiático com preço inicial de apenas 3.750 euros (R$ 22.600).
Conhecida como SAiC-GM-Wulling, esta ampla joint venture trabalha a todo o vapor no lançamento de diversos veículos, muitos deles elétricos, incluindo o Mini EV, que foi revelado em imagens no início do ano e se torna agora um dos carros elétricos mais baratos do mundo.
Galeria: Wuling - Hong Guang MINI EV
Pensando para a cidade, o Mini EV é realmente bem pequeno: ele mede apenas 2,91 metros de comprimento, 1,49 metro de largura, 1,62 metro de altura e possui distância entre-eixos de 1,94 metro. Mesmo com as dimensões modestas, o urbaninho elétrico pode acomodar até 4 passageiros e possui diversos porta-objetos na cabine, embora o porta-malas seja quase inexistente nessa configuração (com 2 passageiros são bons 741 litros).
Em termos de propulsão, o mini SUV da GM é equipado com um motor elétrico de 20 kW (27 cv). Ele possui velocidade máxima de 100 km/h e a bateria de 13,8 kWh totalmente carregada permite rodar até 170 km de acordo com a mídia chinesa.
RECOMENDADO PARA VOCÊ
GM tem rival de Dolphin e EX2, mas fica fora da disputa no Brasil
BYD acelera e fica a apenas 89 carros da Hyundai no Brasil
Captiva EV mostra nova estratégia da Chevrolet para elétricos no Brasil
Leapmotor diz que preço deixará de ser principal arma das chinesas
GM abandona novo Bolt para retomar produção de SUV a combustão nos EUA
Brasil discute multa para carro elétrico parado após fim da recarga
GM desacelera planos, mas CEO insiste: “o futuro é 100% elétrico”