Fabricante do iPhone 'salva' startup da falência e irá montar carros elétricos
A Foxconn, com sede em Taiwan, se torna a principal acionista da Byton
A Foxconn, com sede em Taiwan, assinou um acordo para se tornar a acionista majoritária da startup de veículos elétricos Byton. Em meados do ano passado, parecia que essa empresa realmente havia deixado de existir devido à crise do coronavírus, mas agora a Byton tem a chance de recomeçar.
Segundo a Bloomberg, o novo comprador irá investir US$ 200 milhões na Byton e ajudar na organização da produção, além de compartilhar tecnologias e software. A fonte da agência de notícias também disse que a Foxconn está interessada na cooperação com outros fabricantes chineses de veículos elétricos.
Galeria: BYTON M-Byte
Em 2020, a Foxconn anunciou a intenção de expandir seus negócios para a produção de componentes elétricos. Em Taiwan, a empresa chegou a apresentar sua própria plataforma para carros elétricos, bem como o software necessário ao seu funcionamento.
Curiosamente, a Foxconn é o principal parceiro da Apple na produção de smartphones iPhone. E no final do ano passado, foi de Taiwan que surgiram rumores de que a própria Apple estava fazendo pedidos a fornecedores locais de componentes para seu próprio carro elétrico.
A startup Byton foi criada por ex-altos executivos da Tesla, BMW e Nissan. A empresa revelou seu crossover elétrico premium M-Byte, que é lembrado pelo painel com uma tela gigante, mas que devido à falta de investimento, ainda não chegou à produção em série. Agora, graças à Foxconn, a M-Byte pode ser aguardado pelo menos por compradores chineses.
RECOMENDADO PARA VOCÊ
Ford estaria preparando inédito SUV híbrido acessível por R$ 129 mil
Geely promete baterias de estado sólido de 500 Wh/kg: 1.000 km a partir de 2027?
GM abandona joint venture em fábrica de baterias com a Samsung SDI
Novo BMW iX3 encara 800 km para colocar sua autonomia à prova
iCAUR V27 pode chegar ao Brasil por R$ 300 mil em ofensiva de modelos EREV
GWM Ora 5 já ficou quase R$ 5 mil mais caro desde o lançamento
GWM cresce 50% fora da China enquanto Brasil ganha importância